Nas relações sociais dentro da escola, um dos maiores perigos é o estigma. Considerando que os alunos estão em uma fase da vida de construção da identidade e da caracterização da identidade e da diferença, existe a possibilidade de alguns alunos serem estigmatizados pelos demais.
O caso mais provável ocorre entre alunos com necessidades especiais, por suas diferenças ao resto dos alunos serem facilmente identificáveis. No entanto, por questões culturais ou sociais, diversos tipos de alunos, que não se enquadrarem nos valores hegemônicos estão sujeitos à isso.
O conceito de estigma, aqui, significa que a pessoa passará a ser vista sempre por aquela característica não desejável e suas tentativas de se integrar ou de mostrar outras qualidades terão dificuldade ou serão nulas.
A escola deve levar essa questão a sério, porque é indispensável para a democracia o respeito pelas minorias, por suas opiniões, por suas posições, de modo que a cultura hegemônica não se torne tirânica, criando um ambiente onde alunos precisem se dissimular ou ocultar suas opiniões para serem levados em contra.
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