No Brasil, a educação de pessoas com necessidades especiais existe, em focos, desde o século XIX, com escolas para cegos ou para surdos. O pensamento vigente era de colocar estes alunos em ambientes separados, o que os tornava isolados do restante da sociedade.
De certo modo, embora houvesse preocupação com a educação dos jovens com necessidades especiais, havia o problema de limitá-los, por proporcionar um ensino limitado e secundarizado, em comparação com o ensino regular.
A partir das últimas décadas que se implementou a ideia de inclusão, de que integrar estes alunos à sociedade é tão importante quanto trabalhar os conteúdos escolares. O grande problema no momento é instrumentalizar docentes e gestores para lidar com estes alunos de forma adequada, ao mesmo tempo que trabalham com os demais alunos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário