Esta questão restringe o verdadeiro poder da escola. Ao escolher apenas ou outro, está se limitando o que realmente a escola poderia realizar pelo aluno.
Eis que ao optar pela simples instrução, as aulas se tornariam uma série de conteúdos destacados da realidade, com resoluções que dependem apenas do estudo dos textos e da atenção ao que foi dito pelo professor em classe.
No entanto, ao se eleger o ato de educar, a escola teria a força de uma grande espada sem lâmina, que, com uma impressionante beleza externa, não consegue atingir e nem transformar nada. Seria ineficiente porque sem a sabedoria descortinada pela instrução, os alunos não conseguiriam formar consciência que lhes permitisse compreender a importância da educação.
O aprendizado na escola não deve ser uma série de casuísmos. As diferentes aulas devem permitir ao aluno relacionar os conteúdos com aspectos de sua vida, reforçar seu raciocínio e desenvolver sua mentalidade. Os projetos da escola devem ser desafiadores, exigindo que o aluno se instrua, mas ter sentido prático, de modo que o êxito viria quando o aluno tivesse instrução dirigida para educação.
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