terça-feira, 11 de outubro de 2011

13: Conhecimento em rede

O Professor Nilson admite inicialmente que ninguém, declaradamente, entende que o processo de aprendizagem é como um "balde", onde o docente apenas enche o aluno com o conhecimento. Entretanto, estas noções permanecem vivas de forma sutil, como quando o professor entende alguns alunos como naturalmente limitados ou procura medir o conhecimento através de provas, como se quisesse medir a profundidade do balde.

A partir daí, critica a forma cartesiana de encadear em um caminho único o conhecimento, que toma a lógica do mais simples ao mais complexo. Este método é muito comum em sistemas apostilados ou mesmo em livros didáticos, com a dinâmica de capítulos, onde o professor advoga que o capítulo anterior é necessário para a compreensão dos seguintes.

Ao invés disso, o Professor propõe uma forma de desenvolver o conhecimento em rede, entendendo o processo não como um caminho, uma estrada, mas como um mar aberto, onde se pode rumar relacionando assuntos e temáticas que podem variar de acordo com o aluno, com as suas dimensões psicológicas - expostas na outra disciplina -  e seus interesses ou necessidades.

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