Esta aula fornece importantes conselhos para lidar com um dos mais frequentes problemas em sala de aula, os alunos com déficit de atenção e hiperativos.
Em primeiro lugar, não cabe ao professor fazer o diagnóstico, já que não é sua área de formação, mas, uma vez que haja indícios deste transtorno, convém contactar a equipe escolar para que o aluno seja encaminhado para um profissional que possa identificar com precisão o que se passa com o jovem.
Quanto ao trabalho docente, o professor deve tomar algumas atitudes que ajudam a tratar pedagogicamente da situação, como por exemplo:
- Fazer o aluno se sentir útil. Facilmente entediável, o aluno vai se desinteressar de contextos onde ele não esteja integrado e onde tenha apenas participação passiva. É interessante dar tarefas, nem que seja apagar a lousa, buscar algo, anotar algo importante para colocar no mural da classe e etc. Pode parecer pouco, mas esse tipo de atitude realmente faz o aluno se sentir necessário.
- Elogiar boas ações e bom desempenho. Este tipo de aluno normalmente se destaca por aspectos negativos ou por más ações e se isso for sempre ressaltado pelos docentes, vai se tornar um circulo vicioso. Então é interessante demonstrar ao próprio aluno que ele também pode ser um exemplo positivo.
- Ajudar o aluno a se planejar e organizar. Monte um calendário de tarefas e atividades com o aluno em sua agenda e vá acompanhando para que ele o siga. Ao ter um cronograma claro do que fazer, o jovem terá mais chances de ganhar alguma estabilidade em seu rendimento.
Em uma estratégia de projetos, para que este aluno funcionar bem, estas três ideias acima devem ser aplicadas e o resultado pode ser muito bom, já que costumam ser alunos muito dinâmicos, que se potencializam em pedagogias ativas.
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