sexta-feira, 8 de junho de 2012

7: Crianças e jovens com necessidades especiais na escola – dialética da inclusão / exclusão.

A ideia de "estar preparado" ou não para trabalhar com alunos com necessidades especiais remoem na mente de professores, coordenadores e gestores de todos os tipos de escola.

A inclusão implica em desafios que para o professor e toda equipe porque cada caso é único e a prática é mais complexa do que qualquer aprendizado teórico. Exige atitude e decisões tomadas rapidamente.

Uma questão difícil é a do aprendizado. Muitas vezes considera-se um fracasso quando o aluno com necessidades especiais não tem um desempenho no mesmo nível ou próximo aos outros. No entanto, este não é o motivo principal para a inclusão. Trata-se de um processo voltado para todos e não só para o aluno especial.

A forma com que os outros alunos, seus pais, professores, gestores aprendem a conviver e a respeitar alguém com certas necessidades é tão importante quanto o fato do aluno se sentir integrado socialmente. 

6: O professor e a diversidade cultural na sala de aula

O esclarecimento é uma das maiores armas para desmanchar qualquer tipo de preconceito. O medo, a especulação causam a ideia conservadora de não aceitar a diversidade e de buscar tipos ideais de cultura e costumes.

Assim, a educação deve, com cuidado, apresentar a diversidade cultural. Disciplinas como história, geografia e artes tem papel obvio para demonstrar cientificamente uma variedade de povos. Assim como literatura, sociologia, filosofia podem abrir espaço para que os alunos conheçam a forma de pensar em diferentes culturas.

No entanto, é preciso que este projeto seja muito bem pensado para evitar que tais sociedades sejam estudadas de maneira estereotipada. Isto acontece quando se estuda um povo sem levar em conta que suas relações também são dinâmicas e mutáveis, sem entender que em toda cultura existem exceções e sem entender que em cada povo coexistem muitas culturas.

5: O papel do professor na mediação cultural

A arte, quando inserida em uma pedagogia de projetos pode promover a auto-estima do aluno. A partir do instante em que a concepção artística tem relação com a realidade dos estudantes de determinada escola, ela passa a valorizar o contexto, dando-lhe cores, poética e olhares abstratos.

Deste modo, por meio do projeto escolar, os alunos poderão criar a arte tendo a realidade como base para reflexão e a liberdade para desenvolver estilos, levando em conta na avaliação do projeto a interação entre os alunos e o diálogo entre eles que involuntariamente  conduz à reflexão.

Assim, a arte se torna uma disciplina dinâmica e um meio para participação e integração social.

terça-feira, 5 de junho de 2012

2: A ação educativa ao longo da trajetória escolar

Ao longo da educação básica, o professor tem um papel de facilitador, de guia para a criança e o adolescente, que deve desenvolver suas habilidades, mas também conscientizar acerca das regras escolares.

Com efeito, este papel é dinâmico e deve sempre ter reflexões de acordo com o desempenho e a percepção da criança sobre a escola. Assim, a escola, a forma de agir do professor e as regras escolares devem aceitar se transformar com o passar das gerações, porque o mundo muda, a sociedade ganha novos valores.

Estes conceitos soam difíceis para professores mais antigos, que costumam enxergar mudanças sempre pelo lado negativo, quando notam que seus valores não estão mais em voga, no entanto, a estes só cabe a reciclagem ou a aposentadoria, porque se não podem mais acompanhar o dinamismo do mundo, devem encerrar seu ciclo e descansar.

4: Ética e Saúde na escola

Nas duas últimas décadas, a inclusão e a diversidade passaram para a agenda dos governos democráticos, de modo que o sistema educacional teve que se adaptar e criar estratégias para incluir alunos com necessidades especiais.

No entanto, cabe especificar que alunos são esses, tomar critérios objetivos para definir quem é aluno, vulgarmente conhecido como "aluno de inclusão". São fatores que determinam isso:

* Deficiência auditiva;
* Deficiência visual;
* Déficit intelectual;
* Deficiência física;
* Deficiência múltipla.

Estas necessidades especiais são definidas por um laudo técnico.

3: Ética e valores na ação educativa

As grandes revoluções educacionais do passado levaram a educação formal a uma parcela cada vez maior da população, até que  esta foi universalizada. A partir daí, os desafios são outros, e o aperfeiçoamento do processo educativo está, por exemplo, em inserir aqueles que são portadores de necessidades especiais.

Observação: Absurdamente desnecessário uma aula no módulo IV retomando assuntos exaustivamente repetidos dos módulos anteriores sem trazer praticamente nada de novo, sinto que perdi tempo vendo mais do mesmo e por esse motivo, minha análise desta aula terá apenas um parágrafo.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

1: Papel do professor: instruir ou educar?

Esta questão restringe o verdadeiro poder da escola. Ao escolher apenas ou outro, está se limitando o que realmente a escola poderia realizar pelo aluno.

Eis que ao optar pela simples instrução, as aulas se tornariam uma série de conteúdos destacados da realidade, com resoluções que dependem apenas do estudo dos textos e da atenção ao que foi dito pelo professor em classe.

No entanto, ao se eleger o ato de educar, a escola teria a força de uma grande espada sem lâmina, que, com uma impressionante beleza externa, não consegue atingir e nem transformar nada. Seria ineficiente porque sem a sabedoria descortinada pela instrução, os alunos não conseguiriam formar consciência que lhes permitisse compreender a importância da educação.

O aprendizado na escola não deve ser uma série de casuísmos. As diferentes aulas devem permitir ao aluno relacionar os conteúdos com aspectos de sua vida, reforçar seu raciocínio e desenvolver sua mentalidade. Os projetos da escola devem ser desafiadores, exigindo que o aluno se instrua, mas ter sentido prático, de modo que o êxito viria quando o aluno tivesse instrução dirigida para educação.